
“Ele me entregou uma receita dizendo que deveria tomar "cadialina", que deveria colocar cadeado na boca, nos olhos, fogão, armário, na cozinha... Eu perguntei a ele onde poderia comprar e ele disse que eu comprava na mão do ferreiro. E que deveria comprar sete cadeados. Eu saí chorando e amostrei até as pessoas que estavam no local à receita. Saí do local conhecida como cadealina", desabafou a mulher.
No final da tarde de quarta-feira (7), a assessoria da Fundação José Silveira se manifestou sobre a declaração da paciente.
De acordo com nota enviada ao Site Bocão News, a Fundação José Silveira informa que a Adriana Santos foi "gratuitamente atendida pelo Dr. José Soares Menezes, que a encaminhou, através de guia do SUS, a uma consulta com um gastroenterologista para avaliação pormenorizada acerca da sua condição de saúde".
Ainda segundo o esclarecimento, em relação ao descaso narrado por Adriana à FJS colocou que o "receituário não foi assinado e a Fundação José Silveira está procedendo à devida apuração para, se for o caso, posterior encaminhamento ao CREMEB, órgão competente para apreciação e julgamento da questão".








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