
A ideia é que o mapeamento seja feito em parceria com a Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (SEPPIR) e a Fundação Cultural Palmares (FCP), e começa com o mapeamento dos terreiros da capital e das regiões metropolitanas como Baixada Santista, Campinas e região do Vale do Paraíba. O projeto que está sendo elaborado pelo ILABANTU, coordenado pelo sociólogo Deivison Nkosi, doutorando pela Universidade Federal de S. Carlos (UFSCar), é uma antiga aspiração das lideranças de comunidades tradicionais de matrizes africanas. Para Damasceno, o mapeamento “é o resultado de um longo processo de mobilização e de luta dos povos de terreiro por reconhecimento e respeito às suas tradições e ancestralidade, e plena efetividade dos seus direitos territoriais, sociais, culturais e econômicos.”
( Afropress )








0 comentários:
Postar um comentário