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Justiça sequestra R$ 18 milhões da BBom

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A Justiça Federal em São Paulo decretou, nesta quarta-feira (28), o sequestro de 49 veículos da empresa Embrasystem, que opera no mercado multimídia e é investigada por suposta criação de uma pirâmide financeira por meio da BBom, seu braço de venda direta. A frota confiscada inclui 26 carros de luxo, sendo 17 Mercedes Benz, 4 Lamborghines, uma Maserati, 3 Ferraris e um Rolls Royce Ghost que, segundo a Polícia Federal (PF), está avaliado em R$ 3,5 milhões. De acordo com a PF, a empresa opera publicamente com venda de rastreadores de veículos. Entretanto, o equipamento seria usado para arrecadar recursos e atrair novos clientes. O juiz da 6ª Vara Criminal Federal, Marcelo Costenaro Cavali, que acolheu pedido da Procuradoria da República, ordenou o confisco porque a PF encontra dificuldades em localizar a frota que integraria o patrimônio da companhia. Os veículos poderão servir de garantia para eventual ressarcimento de danos a investidores e à União. O magistrado também mandou bloquear R$ 479 milhões em contas bancárias de dirigentes da BBom e de pessoas que investiram na pirâmide – do montante, R$ 18,5 milhões já foram efetivamente congelados.

Bahia: Ministério Público pede o fim da BBOM e a devolução do dinheiro de associados

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O Ministério Público Federal em Goiás (MPF-GO) e o Ministério Público de Goiás (MP-GO) pediram à Justiça que decrete a dissolução da BBom e a devolução do dinheiro investido pelos cerca de 250 mil revendedores do negócio, acusado de ser uma pirâmide financeira. Desde julho, a BBom está impedida pela Justiça de movimentar suas contas ou cadastrar novos integrantes. Na ação civil pública apresentada no fim da tarde de segunda-feira (5) à Justiça, os poderes públicos propõem que sejam declarados nulos todos os contratos firmados pelas empresas responsáveis pela marca – a Embrasystem e a BBrasil organizações e métodos –, inclusive aqueles firmados pelos associados, como são chamados os revendedores. Informações do Marau Notícias.

Bahia: ^Após o bloqueio da falada TelexFree, agora a justiça bloqueou a BBOM

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Numa sequência que já era prevista, mais um negócio suspeito de configurar pirâmide financeira caiu na malha da justiça. Depois do TelexFree, que teve as contas bloqueadas após processo movido pelo Ministério Público no Acre, agora foi o BBom que sofreu a mesma restrição, por sentença da justiça federal em Goiás. O BBom está vinculado à empresa Embrasystem e opera no chamado “marketing multinível”, com a venda de rastreadores de veículos. No entanto, assim como o TelexFree e outros negócios semelhantes, o faturamento é obtido realmente com o recrutamento de novos vendedores. No fundamento da decisão que bloqueou as contas do BBom, a juíza substituta Luciana Laurenti Gheller, da 4ª Vara da Justiça Federal de Goiânia, observou que os pagamentos feitos a cada participante do negócio dependem “exclusivamente do recrutamento feito por ele de novos associados”. Para ingressar na rede, é necessário pagar uma taxa que varia de R$ 600 a R$ 3 mil. O diretor do BBom, Ednaldo Bispo, declarou ainda não ter sido notificado e que os pagamentos aos associados continuam normalmente.Com informações do IG.

 

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