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Para Lula é importante saber que a sua mítica ainda está intacta dentro do PT e, de maneira geral, no País que dirigiu, como demonstrou a última pesquisa realizada sobre a sua popularidade e a de Dilma Rousseff. Os petistas estão se empenhando para que o ex-presidente fique confortável diante do tsunami que enfrenta neste dezembro que ele haverá de esquecer ou dele lembrar para o resto da vida, se as denúncias continuarem, envolvendo-o com algumas quadrilhas, como a que estava na antessala, ou na sala da Presidência da República, em S. Paulo, com a “madame” Rosemary Noronha à frente. Outro integrante, Paulo Vieira, está querendo falar, temendo uma pena pesada no Judiciário. Para alegrar o chefe, um grupo de mulheres militante voltou a ressuscitar o Lula-lá-la e oito governadores se integraram em comitiva, entre eles Jaques Wagner e o do Rio, Sérgio Cabral, que disse que o ex-presidente “é o maior líder deste País, um homem querido desta nação que fez tanto pelos brasileiros e pelo País” Certamente. A repercussão dos movimentos não foi muita, mas para Luiz Ignácio valeu. É como se fosse uma confraternização de final de ano, mas, lá com seus botões, o ex-presidente sabe as razões. Qualquer mimo é válido e bem-vindo. O que não parece ser é a continuidade de seu mutismo. Não se trata da voz, mas de uma palavra à República sobre a curriola que o cercava, como Rosemary. Na verdade, uma figura menor mas de elevada periculosidade. por Samuel Celestino
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