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Brasil: Governo adquire artilharia antiaérea para segurança da Copa e do Papa

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O governo brasileiro comprou um sistema de artilharia antiaérea alemão para garantir a segurança dos grandes eventos. O conjunto é composto por 34 carros de combate Gepard, capazes de abater mísseis, aviões, helicópteros ou aviões não tripulados a até 15 km de distância e até 3 km de altitude. Os blindados são usados, pertencem ao Exército da Alemanha, e foram recuperados em 2010. Com a repaginação, os equipamentos podem operar até 2030. Oito blindados chegarão ao país em caráter emergencial até junho e ficarão na capital do país, Brasília, para a abertura Copa das Confederações, quando a seleção brasileira enfrenta o Japão no dia 15, no Estádio Nacional. De acordo com Brigada de Artilharia Antiaérea, o material também será usado para segurança do Papa Francisco, durante a visita que fará ao país em julho.

Dilma recebe Medvedev para fechar compra de mísseis russos antiaérea para o Brasil

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Presidente Dilma Rousseff recebe o primeiro-ministro russo, Dmitri Medvedev, no Palácio do Planalto, em Brasília (Foto: Roberto Stuckert Filho/PR)
O governo brasileiro negocia nesta quarta-feira (20) com a Rússia a compra de cinco baterias de mísseis antiaéreas durante visita do primeiro-ministro do país, Dmitri Medvedev, a Brasília, segundo o Ministério da Defesa. Na agenda foram programadas reuniões com a presidente Dilma Rousseff e com o vice-presidente da República, Michel Temer, além de encontros no Itamaraty. O principal produto em negociação são os sistemas de artilharia antiáerea Pantsir-S1, com capacidade de médio alcance, podendo atingir alvos entre 3 km e 15 km.  Em reportagem publicada em agosto de 2012, o G1 mostrou que a falta de uma bateria que atinja média altitude representava uma lacuna na defesa brasileira, por ser, também, uma das exigência da Fifa para a realização da Copa do Mundo de 2014. 
Para ter uma ideia da importância da artilharia de médio alcance, todos os países da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) têm esta capacidade de abate nesta altura. Nenhum na América Latina conta com o instrumento. Os mísseis russos podem preencher outra necessidade do Brasil, por possuírem tecnologia de guiamento e seguirem os alvos após serem disparados. O Brasil pretende comprar duas baterias antiaéreas do modelo Igla, de baixo alcance, e três do modelo Pantsir-S1, de médio alcance. O valor da negociação não foi informado pelo governo. G1

 

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